A “MEXEÇÃO” QUE A SILVICULTURA BRASILEIRA PRECISA!     

 

Juntando dados do que está acontecendo agora, e mais alguma coisa que é promessa para logo, dá para se ter uma ideia da estranha e complexa situação, em que está metida a silvicultura! A indústria de celulose brilha com aumentos de preços progressivos, metas audaciosas, mas arrasta um formato de suprimento de madeira nada modernizado! O Seu José vendia madeira para celulose aos mesmos valores atuais, há dez anos atrás! E são milhares de Josés reclamando, acabando com suas florestas e nenhum sinal de mudança!

 

Continua a falação ….. certificação, sustentabilidade….. Lá fora, em reuniões internacionais, as autoridades falam em muitos recursos disponíveis, criam regras e mecanismos para promover a proteção e plantios de mais florestas. É uma necessidade vital! Aqui, um contraste. Os assuntos são fatiados em diferentes Ministérios, Programas, Acordos, etc. e de concreto mesmo, nada! Surgem até decretos falando de diferentes assuntos, estabelecendo regras contrárias e não se percebe nenhuma movimentação de insatisfação! E o pior de tudo: nossas entidades representativas continuam “ silenciosamente “ caladas!

 

Mas para dar um toque de esperança, o nosso amigo Paulo Cardoso faz um “congresso online” repleto de apresentações brilhantes e mais de 10.000 interessados inscritos. Que contrastes!  Esse “angu de caroço” com oportunidades para uns e desespero para outros, essa tremenda confusão entre os que decidem, a enorme dívida, que vai se acumulando pelos problemas não resolvidos e, acima de tudo, o “cheiro e a necessidade de mudanças” vai exigir muita reflexão, e “mexeção” de todos que  desejam o desenvolvimento da silvicultura brasileira!

 

 

 

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

QUE TAL UMA BOA PREPARAÇÃO PARA 2018?

Parece que 2017 já foi, e não vai deixar nenhuma boa lembrança! Passemos a borracha. Não aconteceu nada. Promessas, reuniões, isso mais aquilo, e nada! E não adianta chorar o leite derramado. E muito menos explicações disso ou daquilo! Parece, que só nos resta juntar dados, informações, prosas e versos e, acima de tudo, profissionais competentes e comprometidos com o futuro da silvicultura brasileira, e iniciarmos um “grande movimento” para se discutir, no próximo ano – 2018 – com nossos presidenciáveis, – um Programa Florestal para o Brasil! Não há nenhuma novidade nesse exercício.

Já se fizeram documentos em outras oportunidades e não faltaram profissionais para correr atrás de políticos para apresentar e discutir as nossas necessidades. E não haverá também muitas diferenças no que se pedia, e no que devemos pedir, mas temos que admitir, que poderemos ter “sangue novo” na próxima disputa! Ou será que vamos continuar com a mesma conversa mole de oportunidades passadas! Nem é bom imaginar.

De qualquer forma fica para nossa reflexão: como vai se preparar o nosso setor para a nova rodada de apresentação, que deverá se iniciar em 2018? A quem passamos a palavra?????

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

E O CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO?

A resposta é simples: o último foi realizado em 2003! Foi o 8º Congresso Florestal Brasileiro, organizado pela Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS) e pela Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais (SBEF), e nada mais aconteceu. E o espaço continua vazio! Era o encontro de toda a comunidade florestal e contava com irrestrito apoio das universidades, instituições de pesquisas, empresas, produtores, investidores e entidades governamentais. Todo o universo florestal brasileiro, sempre esteve presente! Uma pena – pois foram nesses Congressos Florestais, que grandes decisões, que mudaram o rumo do setor florestal foram discutidas e implementadas! E o espaço ainda não foi ocupado, apesar do grande esforço e criatividade de muitas instituições.

O Congresso Florestal Brasileiro sempre representou e se diferenciou pelo esforço e dedicação das grandes lideranças universitárias – professores, pesquisadores e estudantes – além do imprescindível apoio de Governos (Federal e Estaduais) e das lideranças empresariais que, de fato, tinham autonomia para decidir em suas organizações! Sempre foi um sucesso! A criação e a extinção dos incentivos foram anunciados num Congresso Florestal. Da mesma forma, as diretrizes dos sistemas de certificação que se transformaram, no que é o FSC e o próprio CERFLOR. Os grandes resultados e inovações tecnológicas eram apresentados, discutidos e legitimados nesses encontros. O aproveitamento era significativo e os benefícios eram implementados com enorme rapidez. Era uma injeção de motivação no desenvolvimento da silvicultura brasileira!

A SBS e a SBEF não podem deixar que o Congresso Florestal Brasileiro continue desaparecido da pauta do setor! Com a palavra, todos os interessados e envolvidos no desenvolvimento do setor florestal brasileiro!!!!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

DECRETOS, A SILVICULTURA VAI DAR CONTA?

 

O Diário Oficial da União (DOU) de 24/10 traz publicados decretos assinados pelo presidente Michel Temer, todos na área ambiental. Um deles institui o Programa de Conversão de Multas Ambientais emitidas por órgãos da União, como Ibama e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

Dá, até 60% de desconto em multas e será concedido quando o infrator optar por converter a penalidade financeira em serviços ambientais. Entre os serviços ambientais que poderão substituir as multas, estão projetos de revitalização de nascentes, reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. O governo espera obter uma arrecadação de R$ 4,6 bilhões com a iniciativa. E são temas que tem tudo a ver com a silvicultura brasileira!!!!! Com certeza, cabe um mundo de questionamentos, incertezas e dúvidas!!!!

A Comunidade de Silvicultura faz questão de registrar a preocupação com os desdobramentos que poderão surgir e o envolvimento da silvicultura brasileira com essas questões! Com a palavra, as nossas entidades representativas!!!!!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

 

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

TERCEIRIZAÇÃO: INDEPENDÊNCIA E QUALIDADE

A terceirização no setor de florestas plantadas apresentou significativas mudanças nos últimos anos. Apontam-se como causas principais: a chegada de novos investidores para produção de madeira e a redução dos programas de plantio dos tradicionais consumidores. Esse novo investidor –TIMOS e investidores nacionais – formaram empresas florestais, ou contrataram empresas de prestação de serviços com comprovada independência estrutural e tecnológica.

Dessa forma, a tradicional terceirização, caracterizada pela relação de total dependência entre contratado e contratante, foi se esvaziando. Surgia a terceirização do processo de produção de madeira e não mais de serviços específicos, com tudo definido: cronograma, receita do que fazer e preço. Com a crise instalada, por volta de 2008/9, a quantidade dessas empresas diminuiu, ainda mais. Uma pena, perdeu-se significativa força de trabalho e muita mão-de-obra experiente!

A terceirização da produção deu origem à empresas florestais com nova postura e responsabilidade. Administram todo o empreendimento, com organização e estrutura adequada, e acima de tudo, atentas aos resultados de campo. São parceiros ou sócios dos investidores. Resultando, daí, uma relação mais enriquecida e comprometida com o sucesso dos empreendimentos. E mesmo os executores “de receita pronta”, que conseguiram se manter, evoluíram profissionalmente.

Todavia, os que teimaram na total dependência do contratante, e não evoluíram na profissionalização, vão perdendo espaço, gradativamente. Aparentemente, ficarão limitados a serviços esporádicos, com ressalvas, improvisações e todo tipo de risco.

Os novos tempos vão exigir que a produção terceirizada seja independente e saiba se organizar, monitorar e controlar seus compromissos e responsabilidades. Vai se exigir empregabilidade de boa qualidade e, principalmente, comprometimento com resultados definidos. Será indispensável que o executor profissionalizado tenha mecanismos próprios para saber aplicar tecnologia no momento adequado para assegurar qualidade e produtividade das florestas.

Dessa forma, riscos e superações vão exigir, continuamente, mais experiência e competência profissional das empresas executoras. Pensar certo e fazer bem feito vai ficando cada vez mais, só na mão de quem faz. Se tudo isso se transformar em negociações justas e que realmente remunerem os interessados, será mais um importante passo para melhorias técnicas, sociais e ambientais da silvicultura! Merece destaque o fato de que empresas, com esse novo perfil, já estão se envolvendo em programas de pesquisas e até se certificando.

E assim vai se consolidando a nova filosofia de terceirização: independente em tudo que faz, e comprometida com tecnologia, profissionalização e resultados.

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

ERROS QUE NÃO PODEM SER REPITIDOS!

Tudo leva a crer que nossas florestas plantadas poderão se transformar em importante alternativa para geração de energia! Vamos torcer para que, de fato, isso ocorra! Temos estoques de madeira sem uso, em locais que só servem para se cultivar florestas. Usa-se a madeira disponível, e segue- se o ciclo de produção. Temos grandes áreas reflorestadas para siderurgia, que infelizmente, dão apenas alguns suspiros! E sobra madeira, que também poderá acender lâmpadas! Enfim… muita madeira sobrando e com esse aproveitamento oportuno, vamos dar sustentação ao ciclo florestal em muitas regiões. Todo mundo ganha.

No entanto, somando tudo isso, ainda é pouco para se alterar a matriz energética. Vamos ter que plantar mais, e muito mais! E aqui, para o bem da silvicultura e para que não haja frustração, é fundamental que erros do passado, que nos envergonham, até nos dias atuais, não sejam repetidos! É hora de juntarmos força e exigirmos que os novos empreendimentos sejam baseados na tecnologia e no respeito aos aspectos sociais e ambientais. Nada disso é segredo. E os que fazem silvicultura de verdade conhecem bem toda essa história.

Fora, oportunistas e milagreiros, e cuidemos de valorizar os profissionais responsáveis e competentes!!! Não é uma tarefa fácil, mas só assim, teremos um novo ciclo de reflorestamento decente, justo e que não nos envergonhará! E a grande vantagem é que as histórias das boas empresas, dos profissionais competentes e dos famosos milagreiros não é segredo a ninguém, que conheça um pouquinho do setor!

O desafio é gigantesco, mas nada que amedronte os respeitosos e competentes profissionais comprometidos com o sucesso da silvicultura brasileira.

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

AS FLORESTAS PLANTADAS E A ENERGIA QUE PRECISAMOS!

A quantidade de informações a respeito dos problemas energéticos é enorme. Parece que ninguém duvida que estamos diante de um problemaço! Se essa política “da corrupção” não estivesse tão entranhada em nosso país, já estaríamos de mãos para cima rezando por melhores dias. Os políticos “do mal” atrapalharam o crescimento, o desenvolvimento e, consequentemente, adiaram o problema energético.

Novos tempos mostram a cara, gente nova, o povo acordado e as cadeias cheias e bem trancadas…. Com certeza, virá o progresso, e rapidinho! Vão surgir barreiras: uma das principais – a energia! E a turma que faz planilha já está mostrando o tremendo “buraco” na matriz energética, e os que acreditam nas planilhas e procuram soluções dizem: “ mesmo com sol ardendo e vento soprando, vamos precisar das florestas plantadas, e em muita quantidade”! E vem a pergunta: “a silvicultura brasileira tem condições de atender ”? A resposta é simples, e sem rodeios – “ com políticas públicas de longo prazo, regras definidas e viabilidade econômica, pode apostar! Lá no campo, as coisas se resolvem”!

O Brasil tem terras desocupadas, tecnologia disponível, empresas empreendedoras e gente competente. É só apitar, e o jogo começa! Se duvidarem do resultado é só ver o que aconteceu com a produção de celulose: de importador, o Brasil se transformou no maior exportador de celulose de eucalipto do mundo! E esse jogo começou, há cerca de 50 anos atrás. Sem experiência, sem gente e um bando de oportunistas atrapalhando.

Imaginem agora, depois de tantas superações, empresas capacitadas, empreendedores preparados, profissionais competentes e enorme quantidade de bons exemplos a serem seguidos! Com tudo favorável, com certeza, as florestas plantadas poderão dar a energia que tanto necessitamos!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O QUE PRECISA PARA UMA SILVICULTURA DIFERENTE?


O Eng. Florestal, que sempre nos questiona, quando colocamos nos textos alguma “coisa diferente” voltou a se manifestar. E, desta vez, de maneira bem objetiva: “vc falou em silvicultura diferente depois da crise! Cite 3 assuntos que deverão ser definidos e que podem mudar a silvicultura!”

Vamos lá. Parece-nos desnecessário dizer que a resposta pode trilhar caminhos alternativos, e virar uma novela com café requentado e bolo de fubá. Mas a pergunta foi precisa! Cite 3! E assim, o exercício fica bem mais difícil. Limitamo-nos a registrar só o que nos parece imprescindível para a vida da silvicultura. E dentro da nossa lógica, sujeita às críticas e pauladas dos amigos silvicultores:

– Promover e incentivar o uso de espécies nativas para programas de restaurações, com foco na produção e proteção da “nossa água de todos os dias”, e nos compromissos internacionais assumidos;

– Estruturar e implementar o Programa Nacional de Energia Verde, baseado na madeira de florestas plantadas para geração de energia;

– Definir a estrutura institucional para implementar e assumir a responsabilidade executiva dos programas estabelecidos.

Com certeza, vão dizer: “e isso e mais aquilo”?
A resposta é simples:” vão continuar se arrastando, como se arrastam, há anos. Judiam, mas não matam a silvicultura. Mas se não colocarmos essas novidades na praça, o sofrimento poderá ser fatal”. 

Aliás, não estamos falando da silvicultura das grandes empresas. Essa vive muito bem, com vida própria e independência, e nem se preocupa com a saúde do vizinho!


Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

NOVOS TEMPOS E MUITAS ESPERANÇAS!

A silvicultura brasileira parece que está deixando a crise para trás! Nos últimos meses muitas coisas, há tempos reclamadas, começam a dar sinais de vida: O Plano Nacional de Florestas Plantadas parece que já está meio estruturado e o mais importante – tem- se a impressão de que a EMBRAPA FLORESTAS vai encampar o assunto. Esse pessoal tem os principais instrumentos para fazer acontecer: gente competente e mandato! Com certeza, vai tomar as devidas providências para juntar os pedaços dessa novela, que se encontram nas gavetas e prateleiras de vários ministérios, falando de produção, proteção, restauração, etc.

De fato, a crise fez com que a silvicultura, só de eucalipto e pinus, passasse a ter uma roupagem diferente. Seria inaceitável, no momento, falar-se num Plano de Florestas Plantadas, que não contemplasse todas essas novidades: restauração, proteção de mananciais para garantir “a nossa água de todos os dias”, mitigações climáticas, programas com espécies nativas e por aí vai… A silvicultura vai sair da crise bem maior!!!!

Outro assunto que cresce e ganha espaço na mídia e nas conversas e reuniões técnicas é o uso da biomassa de florestas plantadas para energia. Tudo leva a crer que essa opção energética pode se transformar numa bandeira importantíssima. E com toda lógica: país com vocação florestal, terras disponíveis, tecnologia de ponta, capacidade e competência operacional, juntando –se à extraordinária contribuição social e ambiental! É só transformar essa alternativa em negócio com viabilidade econômica, e teremos o assunto encaminhado!!! E há mais novidades: o uso múltiplo das florestas e da madeira tem sido motivo de muitas reuniões e já começam a surgir perspectivas de negócios.

Enfim… há animação e muita esperança. E gente que faz acontecer envolvida nessas discussões!!! Com certeza, bons ventos chegando!

.
Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O FOGO NAS FLORESTAS E O MACACO EM GALHO DOS OUTROS!

Notícias de todos os lados mostram que estamos em chamas em inúmeros locais! Grandes áreas de florestas nativas, principalmente, nas regiões de cerrado, ardem sem dó! E lá se vão vegetais, animais, moradias, enfim…. perde-se tudo! E muitos dizem: “ é assim, todo ano”. Acabar com esse cenário desastroso parece uma luta sem fim, mas não dá para se aceitar, que continuemos a fazer discurso de “ mitigações climáticas” e não nos prepararmos, adequadamente, para proteger nossas reservas florestais.

Quem não conhece o tamanho dessa encrenca, é só fazer uma visita rápida, às áreas em chamas do cerrado de Minas, Tocantins, Mato Grosso, Maranhão, dentre muitas, e vai sentir os problemas gerados, e o tanto de florestas nativas, que viram cinzas! O desafio é gigantesco, e não dá para aceitar com naturalidade essa fogueira. É quase um crime! Vejam que paradoxo! – defende-se com razão e muita veemência, o desmatamento criminoso, e assiste-se, quase que passivamente, “às gigantescas queimadas”! Parece, que se aceita, sem muito alarde, o fogo! Devemos um cumprimento especial à forca, coragem e obstinação dos que se atiram de corpo e alma para salvar as florestas!

E esse ano, para agravar ainda mais o problema, estamos tendo notícias de grandes áreas de florestas plantadas no meio do fogo. E dessas florestas, não se esperava tanto fogo! Não há empresa florestal, que não conheça o risco e a forca desse inimigo. Talvez alguns abusem e queiram fazer algumas economias em medidas preventivas. É aí, que mora o perigo! Ele chega e acaba com tudo. Aquelas economias em manutenções e limpezas, prevenções e outras medidas de proteção, se tornam insignificantes, diante dos estragos!!! E não adianta culpar e nem lamentar o “ leite derramado “. Só resta torcer para que as lições desastrosas sirvam de orientação para os anos seguintes! Essa luta faz parte da vida dos florestais e vai existir todos os anos! E a madeira perdida não é reposta. Vira cinza!

Nas escolas florestais, todos aprendem a cuidar desse perigoso inimigo, mas na prática, muitas vezes, alguém que nunca viu fogo em floresta, exige economia e redução de custos nos serviços de proteção, e desarma o florestal! E daí, o desastre é certo! Infelizmente, é a história do macaco, que não respeita o galho do outro!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário