Depois de tantas surpresas e encrencas, tudo indica que, entre mortos e feridos, a vida continua! Para os silvicultores parece que nada mudou e não há nenhum movimento ou sinal de algo preparado para ser discutido, e, muito menos, qualquer postura empresarial que altere essa calmaria! Mais reuniões daqui e dali, e nada. Ninguém se atreve “ a colocar o dedo nas feridas”. Num pequeno exercício de memorização, notamos que os problemas novos estão se envelhecendo e os problemas velhos são colocados na gaveta. Ouvi, de um amigo – é o ciclo do comodismo – é a maneira “inteligente” de não se fazer nada, mas manter a antena ligada!
A Comunidade de Silvicultura tem recebido inúmeras cutucadas provocativas. O objetivo é, de fato, promover discussões que possam contribuir para o desenvolvimento de nossa silvicultura! Longe, muito longe de se pretender solucionar as encrencas armadas! No entanto, esse ” céu de brigadeiro”, no meio de tanta tempestade, é muito preocupante! E nesse contexto de perplexa calmaria, a Comunidade de Silvicultura, teimosamente, lembra;
-Onde foi parar o Programa Nacional de Florestas Plantadas?
-E a madeira como biomassa para energia, vai acontecer?
-E as pesquisas e experimentações com nossas espécies nativas?
-E as grandes concentrações de florestas plantadas? como protegê-las?
-E o pequeno produtor? Parece que esse assunto já está na gaveta!
-Quem herdou os compromissos internacionais?
-E se os silvicultores quiserem discutir os rumos do setor? Onde e com quem discutir?
Se mais de uma pergunta ficar sem resposta, não desista! Mas também não deixe de colaborar! Esse desafio é de todos os silvicultores!
