O QUE FAZER COM MINHA FLORESTA?

O mercado desaquecido e o preço da madeira a valores irrisórios tem causado grande preocupação aos proprietários de florestas. O que fazer com a minha floresta? Continuo fazendo as manutenções? E como vou controlar as formigas? Devo continuar investindo em cuidados complementares? Será que não estou jogando mais dinheiro fora? Abandono a área depois do corte? Ouve-se com frequência essas perguntas, e mais um punhado de críticas da grande maioria de produtores florestais.

A qualquer momento, e em qualquer lugar: em reuniões, no restaurante, no bar ou na igreja!!! O preocupante é que parece que nada disso é surpresa para quem consome madeira! Limitam-se a justificar essa encrenca à crueldade do mercado! E nada de se preocuparem com esse exército de insatisfeitos que estão virando inimigos da silvicultura! Nas oportunidades em que somos questionados, não há como negar essa decepcionante realidade do mercado, mas não desalentamos os produtores.

Sempre recomendamos que mantenham os cuidados com as florestas, que aguentem firmes e que não joguem fora a madeira a preço de banana! Há inúmeros sinais mostrando que esse jogo vai virar, e a madeira vai ser adequadamente valorizada. Vamos torcer para que esse “ciclo de baixa” acabe o mais rápido possível e que os impactos dessas encrencas sejam minimizados! Já vivemos esse filme em algumas oportunidades, mas desta vez há outros ingredientes agravando a situação!

Essas dificuldades criam enormes dificuldades para o setor a médio e longo prazo e mereceriam uma boa reflexão de parte dos consumidores que nunca vão deixar de precisar da madeira como matéria –prima!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O SILVICULTOR DE BOTINA!!

Encontrar o profissional preparado para o trabalho de campo vai se tornando uma tarefa cada vez mais difícil! Formam-se cerca de 1400 engenheiros todos os anos, e com áreas de conhecimentos cada vez mais abrangentes. Ganha o setor florestal pela maior quantidade de engenheiros com melhor formação e mais bem preparados. Infelizmente, o setor não cresceu, adequadamente, para absorver toda essa moçada melhor capacitada.

Os cursos aumentaram suas áreas de ensino e muitos temas foram incluídos nas grades curriculares. Um contexto interessante, mas com algumas controvérsias! Muitas vezes, por falta de uma boa orientação no período acadêmico, o profissional enfrenta dificuldades em sua colocação de trabalho. É muito comum encontrar-se engenheiros recém formados, que não conhecem nada da Amazônia. E, há também os que nunca entraram numa floresta plantada. Talvez a ampla diversidade no direcionamento profissional das diferentes escolas seja responsável por tais distorções. E isso vai tornando a escolha do profissional cada vez mais cuidadosa, quase uma arte!

Numa conversa, em que tivemos oportunidade de participar, entre empreendedores e gestores de florestas, essa dificuldade ficou bem evidenciada. Um diretor interessado na contratação de profissional, foi bem taxativo: “ tenho tido dificuldade para selecionar profissionais que gostem de atuar no campo . E continuou: “ a moçada aprende a lidar com sistemas de controles e instrumentos sofisticados e querem cuidar das florestas do escritório e com ar condicionado”. E continuou: “nada substitui o parecer do silvicultor que vai para o campo e que tem disposição para ver de perto o plantio e o manejo das florestas”. E completou:“ é mosca branca esse silvicultor de botina que vai conferir a qualidade dos trabalhos, faça sol ou faça chuva ”.

E para valorizar ainda mais esse tipo de profissional, ouviu-se de outro prosador: “quem tem essa disposição, nem precisa apresentar diploma ”. E não faltou uma bem colocada ponderação : “ mas é muito bom que essa mosca branca tenha bons conhecimentos de computador , conheça as ferramentas modernas para controles e para elaboração de planilhas”. E meio na brincadeira completou :” com esses conhecimentos vai evitar que fique refém dos doutores de escritório, que adoram dar palpites e comandar!

E o amigo que iniciou a conversa, concluiu: é a falta dessa mosca branca que explica as florestas improdutivas com sérios problemas de implantação e manejo, que se encontram em muitas empresas com sofisticados programas de acompanhamento e controles!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

MAIS FLORESTAS PLANTADAS???

 

Já se fala em aumentar a área de florestas plantadas! E fica no ar um punhado de dúvidas! Há muita gente falando de florestas sobrando e venda de madeira a preço de banana! Há quem diga que vamos ter problemas com abastecimento, pois muitos produtores não querem nem ouvir falar em plantio de floresta!

 

Cresce a demanda de madeira, principalmente, para secagem de grãos, onde não existe nada de floresta- será que vão desmatar?  Há um punhado de áreas degradadas, no entorno das grandes bacias hidrográficas, que necessitam de muitas florestas! Os plantios de pinus desapareceram e muitas e indústrias serão prejudicadas! Há até quem lembre dos compromissos internacionais assumidos e que, aparentemente, serão esquecidos!

 

Há regiões tradicionalmente produtoras de madeira que sofreram “um rapa” nos últimos anos –  é o caso de muitas regiões de Minas Gerais e fala- se que se a siderurgia acordar não haverá floresta para sustentá-la! Há quem diga que o uso de biomassa para energia é uma alternativa inevitável! E nem vamos falar das florestas que estão sendo abandonadas, que estão sendo impactadas por problemas climáticos e ataques crescentes de pragas e doenças!

 

Esse segmento de florestas plantadas emprega cerca de 3 milhões de brasileiros e a participação no PIB está próximo de 5%!!! Ficam indagações aos silvicultores: alguém acredita que temos informações confiáveis para responder a essas dúvidas?  Não seria natural que houvesse alguma entidade pública ou privada que trabalhasse  essas informações  para orientar e dar segurança aos empreendedores?  Vamos atrás de solução ou vamos esperar que tudo se resolva num toque de mágica?

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

E A CERTIFICAÇÃO PODE AJUDAR AINDA MAIS!

Não há nenhuma dúvida de que os avanços técnicos trouxeram ganhos expressivos à produtividade de nossas florestas. Uma contribuição de valor inestimável que deu condições para que segmentos industriais se tornassem protagonistas no mercado internacional. Todavia, o grande avanço do lado social e ambiental, deve muito ao processo de certificação florestal, que se consolidou no setor.

A princípio, foi muito questionada, mas nos dias atuais, não há quem não perceba a grande contribuição trazida pela certificação. E isso pode melhorar! E para bem de todos – das empresas, dos que rodeiam as empresas, dos que servem as empresas, enfim… para o bem da silvicultura brasileira! Senão vejamos…Quando se fala que a empresa A ou B conseguiu a certificação ficam implícitas muitas premissas, entre as quais destacamos: usa bem a tecnologia, cuida com dignidade seus colaboradores, e respeita o meio ambiente. Ninguém duvida disso, e seguem os discursos elogiosos falando da sustentabilidade, do respeito e segurança dos colaboradores, e mais uma enorme lista de coisas exemplares!

Nesse mundo maravilhoso, há, no entanto, um aspecto que nem sempre é lembrado e adequadamente reconhecido – o prestador de serviços, que pega e resolve toda a encrenca lá no campo. No final das contas, é com o prestador de serviços que se confere o dia-a-dia do processo de produção. E quando as exigências não são atendidas… não há certificação!

É lógico, que quem contrata quer saber da competência do prestador para avançar num processo de certificação. É uma relação contratual a ser cumprida, mas, acima de tudo, um compartilhamento de responsabilidades, que muitas certificadoras não dão a devida importância!

Seria muito interessante que no processo de certificação essa relação fosse mais valorizada, e se reconhecesse o trabalho dos que realmente pegam “o boi pelo chifre”, lá no campo!

Esse olhar da certificação poderia enriquecer muito a relação “de quem faz” com “quem paga” e todos ganhariam! E assim, os componentes do processo produtivo ficariam mais comprometidos, mas agradecidos. E a certificação ficaria ainda mais enriquecida!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

VAI FALTAR MADEIRA MESMO??

 

Há dias atrás recebemos uma mensagem bem direta – quase uma grosseria – colocando em dúvida a possibilidade de faltar madeira, a médio prazo! Achamos conveniente, oportuno e quase uma obrigação compartilhar com os leitores da Comunidade de Silvicultura a “bronca recebida”. Bem direta – “ essa história de faltar madeira é conversa mole! É só para provocar mais plantios e manter a madeira a preço baixo. É conversa de quem usa madeira e não quer aumentar o preço da madeira. Na minha região há um mundo de madeira e todo mundo está desistindo de plantar”.

Parece que não cabe muitas explicações! Realmente, ainda há regiões onde há madeira sobrando e o preço de venda continua vergonhoso, mas em grandes regiões, tradicionais em plantios florestais,  os estoques já se esgotaram. E muitos segmentos consumidores ainda continuam em marcha lenta! E o pior: observa-se muitas florestas sem nenhum controle de formiga, adubação e tratos culturais. Tudo com “cara” de abandono!  Com certeza, os reflexos na produtividade serão inevitáveis. E mais: nada de novos plantios!

Infelizmente, não há dados de inventário florestal que possam mostrar a realidade. Ficam valendo essas impressões que assustam e causam preocupações!   Registrem-se algumas certezas: os plantios estão se restringindo aos grandes usuários, que necessitam da madeira; os pequenos e médios produtores estão fugindo da silvicultura e para agravar a situação todos sabem que os acertos em silvicultura só se dão a longo prazo!

Vamos torcer para que nesses remanescentes, onde a madeira continua a “preço de banana”, haja estoque suficiente para evitar danos irreparáveis na produção industrial!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O “SILVICULTURANDO-SE” E O GRITO DE ALERTA DO SETOR FLORESTAL!

Um grupo de profissionais iniciou uma discussão, através do Whattsapp, em final de novembro, para juntar informações e sugestões a serem apresentadas aos novos governantes. Formou-se o Silviculturando-se! Em curto prazo, mais de cem profissionais se envolveram nas discussões! 
.
Uma demonstração indiscutível da falta de representatividade e do vácuo institucional que existe no setor florestal brasileiro!! Tantas oportunidades, com mais de três milhões de empregos e formando mais de 1400 engenheiros todos os anos, o setor ainda carece de uma representação à altura de suas responsabilidades econômicas, sociais e ambientais!!! A carta que resultou desse trabalho conjunto talvez possa representar o início de novas discussões e encaminhamento de tantas reivindicações, que há anos se arrastam no setor. O documento deverá ser entregue à Ministra e os principais pontos destacados são:
.
– Identificação e valorização institucional do setor florestal brasileiro. Dá-se grande importância à devida adequação e fortalecimento do Serviço Florestal Brasileiro, que agora se encontra no Ministério da Agricultura. O SFB pode ser o grande gestor da atividade em toda sua abrangência. Há de se dar o devido valor técnico e independência funcional para que suas funções sejam devidamente desenvolvidas;
.
– Implementação das diretrizes apresentadas no Plano Nacional de Desenvolvimento Florestal. Nesse documento encontram-se as prioridades a serem implementadas visando o crescimento e desenvolvimento da silvicultura em suas inúmeras funções. São apontados os aspectos de licenciamentos, pesquisas com espécies nativas, a participação de investidores estrangeiros, a implementação do uso da madeira para outros fins industriais, dentre inúmeros aspectos. Destaca-se o grande potencial para crescimento e a necessidade de se integrar ao processo o pequeno, médio e grande produtor;
.
– há uma sugestão excelente: a formação da Comissão Brasileira de Políticas Florestais – essa seria a grande e permanente ligação do Governo com todos os segmentos que se interessam pelo setor florestal!
.
Esse documento, que será oportunamente distribuído, deve marcar o início de uma nova fase das atividades florestais no Brasil. Afinal somos três milhões de brasileiros trabalhando no setor, e todos os anos, as nossas escolas formam mais de 1400 engenheiros para serem usados em serviços florestais!
.
A carta, antes de dar indicações para solução dos inúmeros problemas existentes, é um grito de alerta do setor florestal na direção dos novos governantes!!!!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O PREÇO DA MADEIRA E AS ENCRENCAS QUE PODERÃO SURGIR!

O proprietário de florestas plantadas tem vivido dias de amargura, quando pretende vender a madeira, especialmente, nos últimos cinco anos. Fala-se em “preço de banana”, e até já se mostrou que o valor da madeira tem muito a ver com “preço de repolho”. Tudo mostrando que os custos para se fazer uma floresta, nem de longe tem sido compensado com a venda da madeira.

Há produtores que estão vendendo sua madeira pelo mesmo valor vendido, há quase 10 anos atrás!!!! Não precisa ser nenhum especialista para perceber que alguma coisa está errada e que pode trazer sérias conseqüências pela frente. Correções em culturas de ciclo longo, não se resolve no curto prazo! Consumir estoque até que não é tão complicado, mas fazer estoque de madeira é obra exclusiva do tempo!

E essa é a grande encrenca que poderemos enfrentar! Atualmente, planta-se muito menos do que se consome. Fala-se em programas de plantio bem abaixo dos níveis de consumo. Estamos limpando as sobras de estoques. Já há sinais de exaustão, mas o caminhão ainda consegue chegar nos cantos, onde a madeira é quase que de graça! Essa diferença – plantio /consumo – tem sido agravada pelos abatimentos nos estoques em função de menor produtividade decorrentes de diversas causas!

Acrescenta-se ainda, a esse quadro preocupante, a enorme quantidade de áreas que está sendo abandonada ou substituída por outras culturas após o corte da madeira. Perde-se a área plantada e o proprietário vira inimigo da silvicultura! Será que alguém pode duvidar de que essa situação não seja decorrência do preço miserável da madeira? O produtor abandonaria suas florestas ou trocaria de atividade com todas as dificuldades operacionais, se a madeira estivesse num valor satisfatório? Disso tudo parece que ninguém duvida, mas fica uma questão para reflexão – essa capacidade industrial instalada está preparada para diminuir produção ? Com certeza, não está!

A briga vai ser dura e a disputa pelo que existir de madeira, mesmo em idade de crescimento, vai ser dramática!! A conferir!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

SETOR FLORESTAL E A MINISTRA DA AGRICULTURA

Passados os dias quentes das mudanças, já temos um retrato mais ou menos definido de como ficou o setor florestal brasileiro! Para muitos, perdeu-se bastante do que se conseguiu juntar em 50 anos! Para outros, é uma questão de oportunidade para crescimento do setor! Preferimos ficar com a segunda hipótese e vamos em frente…

A nossa Ministra precisa saber que falamos de um setor que contribui com exportações, gera milhões de empregos e tem oportunidade de se tornar protagonista num mercado internacional, onde atualmente, só somos representados, e brilhantemente, pelo setor de celulose e papel.
De fato, o setor que mais investiu e que acreditou no enorme potencial do Brasil.

Temos participação insignificante no mercado internacional – cerca de 2% – mas somos o pais detentor da melhor tecnologia para plantios e produtividade florestal de silvicultura e temos a maior floresta tropical do mundo e riquíssima em biodiversidade!

Somos, orgulhosamente, um rico país agrícola e não podemos perder a oportunidade de nos tornarmos um riquíssimo país produtor de madeira e outros produtos florestais. E temos razões de sobra para não perder essa oportunidade – a madeira , talvez seja o material que mais foi substituído em seus usos, mas continua sendo o produto que nunca diminuiu o ritmo de consumo, em nível nacional e internacional!

Um Grupo de profissionais independentes, no mês de dezembro de 2018, formou através do WhatsApp o Silviculturando-se. E já se contam mais de 100 profissionais trocando mensagens, sugestões e manifestações! Todos, unicamente, com o objetivo de fortalecer institucionalmente o setor florestal brasileiro em suas múltiplas funções!!! E esse Grupo estará em audiência a ser marcada com a Ministra de Agricultura com o firme propósito de mostrar a importância e as grandes dificuldades do setor florestal!!

E o mais importante: com a esperança de que a Ministra não pode perder a oportunidade de se tornar a grande protagonista dessa revolução no setor florestal brasileiro!!!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

A MELHOR NOTÍCIA PARA O PRODUTOR: A FALTA DE MADEIRA !

Numa viagem por algumas regiões produtoras de madeira, tivemos a curiosidade de conhecer o nível de satisfação dos produtores florestais. Numa enquete bem simples entre produtores dessas regiões, tivemos a curiosidade de saber qual seria a melhor notícia para o produtor de madeira! Mais de 90 % respondeu sem nenhuma hesitação: a maior satisfação é quando se ouve falar que vai faltar madeira! Até aqui, nenhuma novidade, considerando-se o longo período em que a madeira permaneceu a “preço de banana”.

A grande surpresa veio com a pergunta seguinte: melhorando o preço da madeira vocês continuarão plantando ou cuidando de suas florestas? E a resposta foi decepcionante! Mais de 50 % falou em desistir, abandonar as áreas plantadas e se possível investir na limpeza das áreas florestadas! É preocupante ouvir: “em silvicultura, nem pensar”! Esse pessimismo é o retrato de uma realidade nua e crua. E cheia de contrastes! Há mais de 50 anos atrás, o Brasil incentivava o reflorestamento e o país se tornou o maior produtor de celulose de eucalipto do mundo.

Muitas indústrias se formaram e milhares de produtores se envolveram nessa cadeia de produção. Fala-se em milhões de empregos na silvicultura e ainda comenta-se da necessidade de mais florestas plantadas em certas regiões! Um tremendo paradoxo!!! Já está faltando madeira em algumas regiões e continua sobrando em outras. Uma mistura de tudo: falta de planejamento, de orientação e de políticas públicas adequadas! E não faltam discursos falando e louvando a silvicultura sustentável! Essa novela não pode e não deve continuar dessa forma.

E esse é um grande desafio a ser enfrentado pelos que acreditam que a silvicultura seja uma atividade importante para geração de benefícios econômicos, sociais e ambientais! Esse bonde precisa ser colocado nos trilhos! E o Brasil tem ciência, competência profissional e empreendedores ousados. Será que vamos saber aproveitar as oportunidades existentes?

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

COMO ANDOU A SILVICULTURA EM 2018 – CONHECENDO MELHOR O SETOR!   

A Comunidade de Silvicultura com o propósito de dar mais visibilidade às inúmeras e importantes atividades do setor e por sugestões de vários profissionais que nos acompanham está apresentando para comentários e sugestões uma relação de assuntos importantes à silvicultura brasileira. Procuramos formular perguntas que evitem nomes de empresas ou de profissionais para não causar nenhum constrangimento e facilitar as manifestações. Esse é um painel de realizações e todos terão o direito de escolher o assunto de sua importância e interesse para tecer as considerações. Fique à vontade para falar sobre qualquer assunto de interesse da silvicultura, mesmo que não esteja nessa relação. Contamos com a colaboração de todos e, acima de tudo, que a ética, profissionalismo e respeito sejam observados em suas considerações:

  • Informação científica de maior impacto operacional
  • Melhor programa de integração junto às comunidades
  • Contribuição setorial de maior impacto à sociedade
  • Regiões  brasileiras onde os fomentados  continuam motivados
  • Maior programa de silvicultura  – plantio/manejo
  • Maior programa de suprimento de madeira
  • Maior problema técnico evidenciado
  • Fato de maior repercussão no setor
  •  O fato mais decepcionante para o setor?
  • A grande esperança para 2019!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

 

Acesse nossos portfólios-

Teca: https://www.facebook.com/comunidadedesilvicultura/app/161683100556760/?ref=page_internal

Daplan: https://www.facebook.com/comunidadedesilvicultura/app/201742856511228/?ref=page_internal

Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário