E AS FLORESTAS PLANTADAS, DO MESMO JEITO!

Apesar de algumas movimentações e sinais de grandes negócios entre empresas, no tocante as políticas públicas para o setor de florestas plantadas, nada aconteceu com as mudanças de governo! Nenhuma conversa, nenhum pronunciamento, nada, absolutamente nada! Aliás, houve sim! Foi anunciada a aprovação – não sabemos quais implicações disso – do Programa Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas pelo Ministério da Agricultura.

Na verdade, não passa de um rebatismo, pois esse mesmo programa também foi lançado nos  últimos dias do governo anterior. Foi relançado sem nenhuma vírgula adicional!!!! E trata-se de excelente documento, elaborado por profissionais competentes e que retrata, fielmente, as grandes preocupações e reivindicações da silvicultura brasileira.

Poderia se constituir na referência para se discutir as políticas públicas necessárias para  alavancar, de fato, a silvicultura. Mas tudo indica que o documento vai se transformar em mais um exemplar de gaveta.  Que pena!!!! Enquanto isso, continua tudo como há vários anos! Tudo por conta e risco só dos grandes consumidores, que, felizmente, continuam firmes e fortes!

A torcida é grande para que de repente alguém dê uma pedrada nessa vidraça e se vislumbre algo de novo, num cenário envelhecido  e desgastado  por tantas frustrações!!!!

Mas vamos nos manter na torcida……

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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FLORESTAL RIPASA/ANOS 80 – VERDADEIRA EQUIPE DE TRABALHO!

 

Neste final de semana – 2,3 e 4 de agosto – estivemos reunidos em Avaré para uma conversa entre amigos. Profissionais que tiveram a oportunidade de trabalhar juntos nos anos 80, na Ripasa –SP. Tudo dentro do convencional – muita conversa e ótimas recordações! O balanço do que se fez em quase 10 anos de trabalho deu a todos uma maravilhosa sensação de dever cumprido como profissionais e cidadãos! Resumidamente: saímos de uma programação para abastecer uma indústria com produção de 400 ton/dia e depois de 10 anos o patrimônio florestal formado tinha condição de sustentar 1000 ton/dia! Dos barracos de madeira e “lona preta” passamos às condições de certificações que vieram mais tarde. Um ousado avanço técnico, social e ambiental!

Um grupo de profissionais, transformou-se em grupo de fraternais amigos, cultivando amizade que já completa quase 40 anos! O segredo de tudo isso? – formação de um ambiente de trabalho com respeito, amizade, confiança e permanente colaboração entre todos da empresa. Para isso, valeu muito as lições de experientes profissionais e professores, que nos deram o privilégio da convivência e os exemplos de simplicidade, humildade e ética trazidos do berço. Sempre à frente o comprometimento com os interesses da empresa e a permanente valorização dos colaboradores! Essa era a filosofia da Equipe Florestal da Ripasa dos anos 80! Só assim, foi possível superar dificuldades e limitações e alcançar-se os resultados extraordinários à empresa! Um exemplo inquestionável de que o trabalho em equipe supera toda e qualquer entrave e transforma o dia-a-dia empresarial numa tremenda satisfação profissional. Faziam parte dessa equipe, entre outros: os engenheiros Balloni, Stape, Salmeron, Zani, Ubirajara, Pablo, Ademir, Osvaldo, Guerreiro, Edson, Francisco, Lineu e Nelson, além de uma excelente equipe de apoio administrativo!

Fica o registro e os respeitosos cumprimentos da Comunidade de Silvicultura a essa exemplar equipe de trabalho e brilhantes profissionais! Em nossa reunião, depois de muitas conversas animadas e descontraídas, ficou a certeza de que a verdadeira amizade e o respeito dão sustentação às boas equipes de trabalho e garantem o sucesso de qualquer empreendimento!

Fica o exemplo para reflexão das novas gerações!!!!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br – Um dos membros dessa maravilhosa equipe de trabalho!

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A SILVICULTURA E AS ENTIDADES DE REPRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL!

 

Em 50 anos de silvicultura comercial e intensiva tivemos muitas modificações em toda a cadeia de produção! Chegamos a ter mais de 2.000 empresas atuando com reflorestamento em todo o Brasil – pequenos e grandes empreendimentos. Uma correria danada na procura de informações, de sementes de qualidade e até de profissionais com mais experiência. Nessa época, nem havia engenheiros para todas essas empresas. E a movimentação era intensa. As instituições de pesquisa se formando e produzindo importantes informações básicas. Em todos os estados as entidades representativas atuantes, juntavam-se às representações nacionais para reivindicações setoriais. Muita preocupação com os incentivos que, ano a ano, ia se fragilizando e dando sinais de “fim de festa”.

Já por volta dos anos 80/90 houve significativa diminuição no número de empresas e elevou-se muito o nível técnico dos trabalhos de campo. Essas mudanças deram vida e sustentação à política de incentivos fiscais por mais alguns anos e consolidou o rico patrimônio industrial dos dias atuais! Numa fotografia do antes e do agora podem ser destacadas significativas diferenças em todos os aspectos. Um destaque especial ao grande esforço das entidades representativas, tanto na defesa dos incentivos, quanto nos embates com ONGs, que já se formavam e se fortaleciam na briga contra o eucalipto.

Nessa  época, não faltavam justificativas para as pedradas que sobravam  para todos e de todos os lados! E que trabalho expressivo essas entidades desenvolveram!!! Sem essa defesa das  entidades estaduais e nacionais  dos diferentes setores, com certeza, os incentivos teriam sido extintos muito antes, e o radicalismo de algumas ONGs teria sufocado o desenvolvimento da silvicultura! Valeu e muito o trabalho das entidades representativas, dentre outras, como ARBRA, ANPCP, ABRACAVE, ABIMCI, SBS, além das entidades estaduais, sempre muito atuantes e sob a liderança de abnegados profissionais, que não mediam esforços na valorização da atividade e interesse de todos – pequenos médios e grandes empresas!

Fica o registro para que não se despreze o importante papel das entidades representativas, que nos tempos modernos se restringiram significativamente e quase desapareceram!!!! Fica a certeza e uma dúvida: o espaço institucional na defesa dos interesses dos grandes empreendimentos continua firme, forte, e muito bem representado! Mas isso atende a toda silvicultura?

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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QUE “RAIO” DE SUSTENTABILIDADE É ESSA?

 

O Sr. Oliveira, português “dos bravos”, é dono de uma propriedade florestal, na região de Bragança Paulista – SP. Ficou indignado ao ouvir repetidas vezes, numa palestra para produtores rurais, o expositor falar em silvicultura sustentável e  as explicações que o termo exige – plantios florestais  otimizando e integrando os aspectos técnicos,econômicos,sociais e ambientais.

Terminada a palestra e depois das educadas palmas, levantou o Sr. Oliveira e indagou:” Essa tal de silvicultura sustentável interessa a quem? De imediato, veio a resposta  detalhada ;” a todos, a quem planta, a quem trabalha com floresta, aos que vivem no entorno das florestas, a quem consome a madeira”. De novo, o Sr. Oliveira indagou :” no meu caso, que planto com meus familiares,colho e transporto com meus familiares e cuido da venda da madeira, posso concluir que o único estranho no processo é o consumidor, que compra e que paga a madeira”. E continuou : “ faço tudo como o Sr.falou, tomo todos os cuidados com minhas nascentes e a produção é muito boa,mas há um problema!”.

E enfatizou de maneira categórica: “ faz quase dez anos que estamos sem conseguir pagar nossas contas e o valor da madeira continua cada vez menor. Estou abandonando tudo e nem cuido de mais nada”!  e finalizou : “  Que “raio” de sustentabilidade é essa, que sustenta o consumidor e mais ninguém!”

A reunião continuou, mas não faltaram calorosas palmas ao Sr. Oliveira!  Quando fomos cumprimentar o palestrante, amigo de longa data, meio cabisbaixo, falou : “ o problema é que tenho ouvido histórias parecidas em todo lugar que vou falar de floresta. Só falta tomar pedrada!” Fica para reflexão dos amigos!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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PESQUISA: CHAVE PARA O CRESCIMENTO DA SILVICULTURA

Nos últimos dias, mesmo nesses momentos de poucas movimentações no setor, tivemos oportunidade de nos deparar com situações do dia-a-dia, que nos colocaram diante de uma velha, desgastada, mas sempre atualizada constatação: a pesquisa e as experimentações constituem, de fato, a base para consolidar o crescimento e sustentação da silvicultura! Vamos aos fatos!

  • Tramita, e agora com força política, uma proposta no Legislativo para cuidar da aquisição de terras para estrangeiros! É fácil perceber que as novas fronteiras vão entrar na mira dos empreendedores!
  • Abre-se uma grande oportunidade da madeira de florestas plantadas participar do cardápio de grandes empreendimentos energéticos. E não é coisa par o futuro! Já está acontecendo!

Não precisa ser nenhum especialista para se dar conta da necessidade de se avançar e com rapidez e base científica em pesquisas e experimentações para   dar suporte e segurança aos empreendimentos que, com certeza, surgirão!  Nada vai impedir que o processo avance, mas se tivéssemos a sorte de nos antecipar com as pesquisas básicas, teríamos ganhos expressivos!

Essa contribuição caberia muito bem às instituições governamentais e seria de fundamental importância ao sucesso da silvicultura, que inevitavelmente, vai se atirar às novas fronteiras!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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12 DE JULHO – DIA DO ENGENHEIRO FLORESTAL

A Comunidade de Silvicultura cumprimenta a todos os profissionais do setor. Os agradecimentos e respeitosas saudações aos que dedicaram suas vidas à construção de tudo que temos nos dias atuais e aos que continuam lutando pelo engrandecimento e fortalecimento do setor. Só com a colaboração e efetiva participação de todos o Brasil terá condições de se transformar numa potência florestal, em nível internacional. Temos tudo para isso: vocação natural e capacidade profissional! Que não percamos a disposição de nos mantermos ativos  nesse processo de desenvolvimento!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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SERÁ QUE A SILVICULTURA ESTÁ COM TUDO RESOLVIDO?

O desenvolvimento da silvicultura brasileira é permanente. E sempre haverá desafios a serem superados! Nos dias atuais, dentre outros, destacaríamos a manutenção dos níveis de produtividade das florestas e a integração do produtor ao processo de formação de florestas, como importantes e estratégicos desafios a serem, cuidadosamente, trabalhados. A participação do produtor, das mais diversas formas, ao processo produtivo é quase que uma necessidade estratégica para garantir o crescimento industrial! E se conseguirmos diversificar o uso da madeira, a silvicultura, com certeza, será ampliada com mais facilidade!

Manter a produtividade é proteger o patrimônio florestal e as indústrias que consomem madeira. Integrar o produtor ao processo produtivo é otimizar o uso de enorme estoque de terras disponíveis no entorno dos grandes consumidores. Estaremos somando benefícios econômicos, ambientais e sociais. Mas há de se cuidar de se remunerar de forma justa o produtor! Essa condição é essencial!

Quanto à manutenção das produtividades, há muita preocupação com os crescentes ataques de pragas e doenças. E muita preocupação de todo o setor! Há necessidade de permanente vigilância, pesquisa e colaboração entre os interessados.

Essa encrenca deve manter um elo de ligação e interação entre as empresas. E essa mesma ligação deveria ser cultivada no tocante aos materiais genéticos! Há gente experiente que não cansa de reclamar da falta de amplo programa para proteção da base genética das espécies comerciais e estratégicas que sustentam nossas indústrias! Esse assunto é sempre colocado como exemplo de ação que justifica o empenho governamental! É uma questão de segurança setorial!

Só essa mistura de pragas e doenças, materiais genéticos e alterações climáticas, que tem surgido, esporadicamente, já constitui uma bela encrenca para todos!

É uma pena que esses assuntos de tamanha importância não toquem a sensibilidade de nossos governantes. O setor privado e as instituições de pesquisas não vão continuar firmes e fortes, mas uma “ajudazinha” do Governo seria muito bem-vinda!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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FLORESTAS PRODUTIVAS: SAIBA ESCOLHER O EXECUTOR!

Ainda se fala muito a respeito dos fatores que levam os empreendimentos florestais ao sucesso! Condições de solo e clima, material genético adequado, mudas de qualidade, nutrição, controles de mato-competição, de pragas e doenças, etc. são fatores que afetam a produtividade! Tudo isso, bem definido, pode ser encontrado, em anexo contratuais para ser seguido, e muitas vezes, sem discussão! No entanto, mesmo assim, nem sempre o resultado final atende ao que se programa! E fica a indagação: Onde e quem errou? Quem responde pela baixa produtividade? Como explicar os resultados, aquém do esperado? E vem a desolação: e as florestas estavam tão bonitas! Isso é uma realidade e muito comum. Florestas de 35 metros cúbicos/ha/ano ou florestas de 40- 45, mostram poucas diferenças, numa “olhadela” de campo. E os custos para formação, praticamente, são os mesmos. Para quem observa e não é do ramo, é tudo igual!

São nesses momentos, que a competência e responsabilidade, de quem executou as atividades operacionais, faz a diferença! Para muitos, aqui mora o segredo! Florestas produtivas é a soma de detalhes, cuidadosamente, aplicados no dia-a-dia, e que vai impactar no resultado final. É aí, que se comprova a qualidade dos procedimentos adotados e que, dificilmente, é possível acompanhar e monitorar, minuto a minuto! Na verdade, o comprometimento do executor com a precisão dos trabalhos operacionais é que vai definir o padrão das florestas. Não há como negar que o resultado futuro, quando todos os recursos são disponibilizados, sempre vai depender diretamente da mão do executor! Um conhecido e experiente Diretor Florestal, certa vez, disse: “ tomamos todos os cuidados na escolha do executor, pois é dele que vai depender o sucesso de nosso negócio”! E, ainda enfatiza: ”não adianta selecionar só à base de custo, ou da estrutura de serviço que possui. A grande diferença está nas pessoas que comandam, em suas trajetórias de vida profissional e no comprometimento com os resultados de campo. É Isso que vai dar segurança e garantia de qualidade operacional e de boa floresta”!
Esse nosso amigo não abre mão desses princípios e assegura que essa é a chave do sucesso. Na verdade, são essas particularidades que diferenciam contratantes e contratados, e que transformam o executor de serviços, num parceiro com disposição e confiabilidade para enfrentar qualquer dificuldade!

Quem contrata e faz questão de ter florestas produtivas sabe, perfeitamente, que a escolha de pessoas ou empresa qualificada para execução de serviços é o ponto de partida para o sucesso de um empreendimento florestal!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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QUE NOVIDADES PODERÃO SURGIR NA SILVICULTURA?

A silvicultura brasileira, de tempos em tempos, apresenta novidades, que muitas vezes mudam de forma significativa o dia-a-dia das empresas e dos profissionais que atuam no setor. Nesses 50 anos de evolução tecnológica tivemos marcantes mudanças de rota, tanto do lado técnico, quanto nos aspectos ambientais, sociais e na organização e administração das empresas. Do lado técnico, com muita frequência surgiam novidades! Muito em função das pesquisas e “famosas” reuniões técnicas para apresentação e discussão dos resultados experimentais. Mudanças na adubação, sementes melhoradas, clonagem, indicações nutricionais e por aí vai.

Enfim, foi assim que se construiu o sucesso da silvicultura brasileira. Esse processo parece que continua firme, não sabemos se tão forte! E, agora, mais focado no refinamento das informações e restrito às particularidades de cada empresa. Uma pena, a informação “para todos” está sumindo! Muita gente interessada em fazer silvicultura com a melhor tecnologia sente dificuldade em acessar a informação de ponta. Aquelas grandes reuniões técnicas, em que se apresentavam e se discutiam, abertamente e sem nenhum segredo os resultados das pesquisas e as experiências do dia-a-dia, tornaram-se eventos raros e passaram a ser lembradas como marco do passado histórico da silvicultura.

E assim, vai ficando mais difícil o acesso às novidades que tenham o embasamento científico das grandes instituições de pesquisas! Do lado ambiental e social fica tudo muito atrelado aos processos de certificação. Mas há espaço para melhorias e mais segurança nas relações de parcerias para serviços e produção de madeira.

Há muita expectativa a respeito das novidades que deverão surgir!

Nesse contexto, a Comunidade de Silvicultura indaga: qual a sua opinião a respeito das novidades que poderão surgir?

Agradeceríamos muito sua colaboração e não perca a oportunidade de registrar seus comentários a respeito de nossa silvicultura!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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 O TÉCNICO, A PEÇA QUE FAZ ACONTECER!

 

A silvicultura brasileira é campeoníssima nos aspectos técnicos, ambientais e sociais! Os avanços alcançados levaram a produtividade de nossas florestas plantadas à níveis espetaculares – 40/45 metros cúbicos/ha/ano, em situações favoráveis! Os problemas ambientais e sociais, anteriormente, muito polemizados, incorporaram-se às rotinas operacionais em patamar bem superior ao que se conhece no meio rural!

 

Enfim, a silvicultura das florestas plantadas é destaque em nível internacional! Isso, no entanto, não aconteceu por acaso! Houve muitos investimentos, muitas experimentações e pesquisas, muito trabalho de pesquisadores, de diversas instituições, universidades e empresas. E é nessa corrente de realizações e comprometimento com o sucesso dos trabalhos, que se destaca a importante participação do “ técnico” – aquele que ninguém chama de “doutor” – e que tem ligação direta com tudo que acontece no campo!

 

Temos centenas de brilhantes técnicos, que com suas realizações, deram excelentes contribuições à silvicultura! É comum, em quase todas as empresas, a ligação de grandes “tacadas operacionais” a nomes de técnicos, que se doaram de “corpo e alma” às suas mais complexas e sacrificadas responsabilidades operacionais. O sucesso da silvicultura brasileira deve muito ao esforço, dedicação e lealdade desse pessoal. Há muitos que dizem: “ quando o engenheiro é craque, tenha certeza, de que está acompanhado de bons técnicos ao seu lado”.

 

Essa é, na verdade, o grande segredo para se ter uma boa equipe de trabalho – ter técnicos competentes no comando das atividades operacionais. A Comunidade de Silvicultura, destaca a importância do técnico no sucesso da silvicultura brasileira e registra a necessidade de se dar atenção, respeito e a devida valorização a esse grupo de profissionais, imprescindíveis, a qualquer empreendimento de sucesso!

 

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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