12 DE JULHO – DIA DO ENGENHEIRO FLORESTAL

A Comunidade de Silvicultura cumprimenta a todos os profissionais do setor. Os agradecimentos e respeitosas saudações aos que dedicaram suas vidas à construção de tudo que temos nos dias atuais e aos que continuam lutando pelo engrandecimento e fortalecimento do setor. Só com a colaboração e efetiva participação de todos o Brasil terá condições de se transformar numa potência florestal, em nível internacional. Temos tudo para isso: vocação natural e capacidade profissional! Que não percamos a disposição de nos mantermos ativos  nesse processo de desenvolvimento!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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SERÁ QUE A SILVICULTURA ESTÁ COM TUDO RESOLVIDO?

O desenvolvimento da silvicultura brasileira é permanente. E sempre haverá desafios a serem superados! Nos dias atuais, dentre outros, destacaríamos a manutenção dos níveis de produtividade das florestas e a integração do produtor ao processo de formação de florestas, como importantes e estratégicos desafios a serem, cuidadosamente, trabalhados. A participação do produtor, das mais diversas formas, ao processo produtivo é quase que uma necessidade estratégica para garantir o crescimento industrial! E se conseguirmos diversificar o uso da madeira, a silvicultura, com certeza, será ampliada com mais facilidade!

Manter a produtividade é proteger o patrimônio florestal e as indústrias que consomem madeira. Integrar o produtor ao processo produtivo é otimizar o uso de enorme estoque de terras disponíveis no entorno dos grandes consumidores. Estaremos somando benefícios econômicos, ambientais e sociais. Mas há de se cuidar de se remunerar de forma justa o produtor! Essa condição é essencial!

Quanto à manutenção das produtividades, há muita preocupação com os crescentes ataques de pragas e doenças. E muita preocupação de todo o setor! Há necessidade de permanente vigilância, pesquisa e colaboração entre os interessados.

Essa encrenca deve manter um elo de ligação e interação entre as empresas. E essa mesma ligação deveria ser cultivada no tocante aos materiais genéticos! Há gente experiente que não cansa de reclamar da falta de amplo programa para proteção da base genética das espécies comerciais e estratégicas que sustentam nossas indústrias! Esse assunto é sempre colocado como exemplo de ação que justifica o empenho governamental! É uma questão de segurança setorial!

Só essa mistura de pragas e doenças, materiais genéticos e alterações climáticas, que tem surgido, esporadicamente, já constitui uma bela encrenca para todos!

É uma pena que esses assuntos de tamanha importância não toquem a sensibilidade de nossos governantes. O setor privado e as instituições de pesquisas não vão continuar firmes e fortes, mas uma “ajudazinha” do Governo seria muito bem-vinda!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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FLORESTAS PRODUTIVAS: SAIBA ESCOLHER O EXECUTOR!

Ainda se fala muito a respeito dos fatores que levam os empreendimentos florestais ao sucesso! Condições de solo e clima, material genético adequado, mudas de qualidade, nutrição, controles de mato-competição, de pragas e doenças, etc. são fatores que afetam a produtividade! Tudo isso, bem definido, pode ser encontrado, em anexo contratuais para ser seguido, e muitas vezes, sem discussão! No entanto, mesmo assim, nem sempre o resultado final atende ao que se programa! E fica a indagação: Onde e quem errou? Quem responde pela baixa produtividade? Como explicar os resultados, aquém do esperado? E vem a desolação: e as florestas estavam tão bonitas! Isso é uma realidade e muito comum. Florestas de 35 metros cúbicos/ha/ano ou florestas de 40- 45, mostram poucas diferenças, numa “olhadela” de campo. E os custos para formação, praticamente, são os mesmos. Para quem observa e não é do ramo, é tudo igual!

São nesses momentos, que a competência e responsabilidade, de quem executou as atividades operacionais, faz a diferença! Para muitos, aqui mora o segredo! Florestas produtivas é a soma de detalhes, cuidadosamente, aplicados no dia-a-dia, e que vai impactar no resultado final. É aí, que se comprova a qualidade dos procedimentos adotados e que, dificilmente, é possível acompanhar e monitorar, minuto a minuto! Na verdade, o comprometimento do executor com a precisão dos trabalhos operacionais é que vai definir o padrão das florestas. Não há como negar que o resultado futuro, quando todos os recursos são disponibilizados, sempre vai depender diretamente da mão do executor! Um conhecido e experiente Diretor Florestal, certa vez, disse: “ tomamos todos os cuidados na escolha do executor, pois é dele que vai depender o sucesso de nosso negócio”! E, ainda enfatiza: ”não adianta selecionar só à base de custo, ou da estrutura de serviço que possui. A grande diferença está nas pessoas que comandam, em suas trajetórias de vida profissional e no comprometimento com os resultados de campo. É Isso que vai dar segurança e garantia de qualidade operacional e de boa floresta”!
Esse nosso amigo não abre mão desses princípios e assegura que essa é a chave do sucesso. Na verdade, são essas particularidades que diferenciam contratantes e contratados, e que transformam o executor de serviços, num parceiro com disposição e confiabilidade para enfrentar qualquer dificuldade!

Quem contrata e faz questão de ter florestas produtivas sabe, perfeitamente, que a escolha de pessoas ou empresa qualificada para execução de serviços é o ponto de partida para o sucesso de um empreendimento florestal!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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QUE NOVIDADES PODERÃO SURGIR NA SILVICULTURA?

A silvicultura brasileira, de tempos em tempos, apresenta novidades, que muitas vezes mudam de forma significativa o dia-a-dia das empresas e dos profissionais que atuam no setor. Nesses 50 anos de evolução tecnológica tivemos marcantes mudanças de rota, tanto do lado técnico, quanto nos aspectos ambientais, sociais e na organização e administração das empresas. Do lado técnico, com muita frequência surgiam novidades! Muito em função das pesquisas e “famosas” reuniões técnicas para apresentação e discussão dos resultados experimentais. Mudanças na adubação, sementes melhoradas, clonagem, indicações nutricionais e por aí vai.

Enfim, foi assim que se construiu o sucesso da silvicultura brasileira. Esse processo parece que continua firme, não sabemos se tão forte! E, agora, mais focado no refinamento das informações e restrito às particularidades de cada empresa. Uma pena, a informação “para todos” está sumindo! Muita gente interessada em fazer silvicultura com a melhor tecnologia sente dificuldade em acessar a informação de ponta. Aquelas grandes reuniões técnicas, em que se apresentavam e se discutiam, abertamente e sem nenhum segredo os resultados das pesquisas e as experiências do dia-a-dia, tornaram-se eventos raros e passaram a ser lembradas como marco do passado histórico da silvicultura.

E assim, vai ficando mais difícil o acesso às novidades que tenham o embasamento científico das grandes instituições de pesquisas! Do lado ambiental e social fica tudo muito atrelado aos processos de certificação. Mas há espaço para melhorias e mais segurança nas relações de parcerias para serviços e produção de madeira.

Há muita expectativa a respeito das novidades que deverão surgir!

Nesse contexto, a Comunidade de Silvicultura indaga: qual a sua opinião a respeito das novidades que poderão surgir?

Agradeceríamos muito sua colaboração e não perca a oportunidade de registrar seus comentários a respeito de nossa silvicultura!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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 O TÉCNICO, A PEÇA QUE FAZ ACONTECER!

 

A silvicultura brasileira é campeoníssima nos aspectos técnicos, ambientais e sociais! Os avanços alcançados levaram a produtividade de nossas florestas plantadas à níveis espetaculares – 40/45 metros cúbicos/ha/ano, em situações favoráveis! Os problemas ambientais e sociais, anteriormente, muito polemizados, incorporaram-se às rotinas operacionais em patamar bem superior ao que se conhece no meio rural!

 

Enfim, a silvicultura das florestas plantadas é destaque em nível internacional! Isso, no entanto, não aconteceu por acaso! Houve muitos investimentos, muitas experimentações e pesquisas, muito trabalho de pesquisadores, de diversas instituições, universidades e empresas. E é nessa corrente de realizações e comprometimento com o sucesso dos trabalhos, que se destaca a importante participação do “ técnico” – aquele que ninguém chama de “doutor” – e que tem ligação direta com tudo que acontece no campo!

 

Temos centenas de brilhantes técnicos, que com suas realizações, deram excelentes contribuições à silvicultura! É comum, em quase todas as empresas, a ligação de grandes “tacadas operacionais” a nomes de técnicos, que se doaram de “corpo e alma” às suas mais complexas e sacrificadas responsabilidades operacionais. O sucesso da silvicultura brasileira deve muito ao esforço, dedicação e lealdade desse pessoal. Há muitos que dizem: “ quando o engenheiro é craque, tenha certeza, de que está acompanhado de bons técnicos ao seu lado”.

 

Essa é, na verdade, o grande segredo para se ter uma boa equipe de trabalho – ter técnicos competentes no comando das atividades operacionais. A Comunidade de Silvicultura, destaca a importância do técnico no sucesso da silvicultura brasileira e registra a necessidade de se dar atenção, respeito e a devida valorização a esse grupo de profissionais, imprescindíveis, a qualquer empreendimento de sucesso!

 

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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O PNDFP É LANÇADO EM 2018 E RELANÇADO EM 2019!

O Programa Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas, que já tinha sido lançado em final de 2018, foi novamente lançado em 2019, no Dia do Meio Ambiente – 6 de junho! Para alguns, um sinal importante da atenção dispensada ao setor! De qualquer forma, o que interessa é que o assunto não está esquecido, aliás, bem lembrado! Os documentos falam e tratam do mesmo assunto, que já vinha sendo discutido, há algum tempo pela Câmara Setorial de Florestas Plantadas e cuidadosamente revisado pela Embrapa Florestas, antes do lançamento em 2018.

Trata-se de documento que mostra com muita propriedade a realidade do setor de florestas plantadas. Aponta problemas, faz sugestões, estabelece metas, enfim, é o documento ideal para que o Governo, realmente dê início a um processo de implementação de ações para o desenvolvimento da silvicultura brasileira! É o mesmo documento que o Grupo Silviculturando-se sugeriu em sua carta à Ministra – carta remetida por Correio – que fosse devidamente considerado. E foi!

Vamos torcer para que o processo de implementação avance! Há muitos aspectos importantes e discutidos com detalhes no documento, mas cabem algumas considerações sob um aspecto que entendemos como fundamental e que atenderia uma das principais sugestões apresentadas e que há anos vem sendo reivindicado pelo setor: a valorização institucional da atividade de florestas plantadas na estrutura do MAPA! E isso poderia ser representado com a inclusão das plantadas na estrutura organizacional do Serviço Florestal Brasileiro, que precisaria ser reforçado e com autonomia para, de fato, fazer a gestão de tudo que se trata de florestas no Brasil. Isso, não aconteceu!

Sugeria-se até, que o CONAFLOR, que se encontra dentro do SFB, pudesse contar com a representação de diferentes segmentos da silvicultura brasileira para discutir e colaborar na elaboração de políticas públicas para o setor! Essa possibilidade ficou para trás! Mas vamos manter a esperança, na Câmara Setorial de Florestas Plantadas!

Que se mantenha firme e forte, e tenha força política e espaço para discutir e propor as medidas preconizadas no documento duplamente lançado pelo Governo!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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SEM GOVERNO AS PLANTADAS SEGUEM, MAS AS NATIVAS FICAM NA UTI!

 

Em recente postagem, quando indagávamos sobre o que seria do setor florestal – sem rumo e sem documento – recebemos alguns comentários que nos remetem, obrigatoriamente, à reflexão! – Há razão para se preocupar com o desinteresse do Governo com relação ao setor florestal?  Passemos, portanto, rapidamente, pelas atividades florestais, observando possíveis amarras que, eventualmente, dependam da postura governamental.  De forma bem simplificada, o setor florestal é composto por atividades ligadas   às florestas plantadas ou  ao manejo e proteção das florestas nativas. As principais cadeias de produção se sustentam à base de madeira de florestas plantadas – em esmagadora maioria provenientes dos plantios de eucalipto ou de pinus –  ou de madeira originada do manejo de florestas nativas. Mundos bem diferentes!  Vejamos quem precisa do Governo!

Será que quem planta floresta, tendo dinheiro e tecnologia, sabendo onde plantar, como plantar e conhecendo o mercado, consegue se manter sem ajuda e sem apoio  do Governo?   Como o Governo não se mexe, há anos, e os segmentos industriais à base de florestas plantadas, especialmente de eucalipto e pinus, continuam crescendo, tudo indica que, com Governo ou sem Governo, a vida!  Aliás, a simplificação dos complexos licenciamentos, seria muito bem-vinda. Mas é só!  E esses segmentos são os mais ativos e de maior impacto e importância econômica e social!  Poderão até existir pequenas dificuldades, mas nada que limite o crescimento e desenvolvimento dos negócios à base de florestas plantadas.

Pelo menos para os grandes consumidores que, na verdade, são os principais protagonistas e que puxam os segmentos industriais! São fortes e independentes, e  quando  há necessidade,  até fazem o papel do próprio Governo. Vão continuar crescendo por conta e risco! Sabem, com competência, usar as condições  que favorecem a competitividade da silvicultura brasileira!  Só falta mais empenho para integrar , de fato,  os produtores de florestas  à cadeia de produção.  Resolvendo isso, fica  fechado o ciclo.  Na verdade, um Governo ativo  poderia  otimizar e ampliar o leque de aproveitamento da base florestal, especialmente com a diversificação de espécies e mais  pesquisas  com nossas espécies nativas. A não  se mexer, não atrapalhando já fica de bom tamanho!

De outro lado temos o mundo  das florestas nativas e aqui a coisa é muito diferente! Os processos legais são complexos e afetam toda a cadeia de produção. Licenciamentos para tudo e intensa fiscalização.  Neste mundo não dá para o interessado arregaçar as mangas e seguir em frente. Aqui a mão do Governo  é de vital importância! É quase uma questão de vida ou morte! Na verdade, esse segmento ainda apresenta poucas oportunidades para iniciativas que não dependam do aval do Governo. Possui  grande potencial para crescimento,mas  na largada o apoio do Governo é  questão de sobrevivência! Quem sabe, lá na frente, se torne independente!  Tem papel importantíssimo na proteção, preservação e conservação de nossa riquíssima biodiversidade e um grande potencial para geração de benefícios econômicos sociais e ambientais. Tudo,  sempre dependeu muito mais da consciência e dedicação de abnegados profissionais do que por mecanismos e estratégias  de políticas governamentais!

Trocando em miúdos: o setor de florestas plantadas cresce, se desenvolve e se defende, sem precisar do Governo. Aliás, a torcida é para que o Governo não se envolva para evitar  complicações! Mas para o setor de florestas nativas tanto com respeito à produção, quanto á defesa e proteção dos valores ambientais e sociais, a participação do Governo é imprescindível. Se faltam recursos para tocar o setor florestal, que se aloquem os existentes, prioritariamente, às florestas nativas. O segmento de florestas plantadas continuará forte e quem sabe, até, institucionalmente, respeitado. Seguirá crescendo mesmo que o Governo fique parado! Mas o de florestas nativas vai parar na UTI!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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E O SETOR FLORESTAL, COMO VAI FICAR?

Com as mudanças do Governo, a expectativa era de que coisas novas acontecessem! Alguns movimentos e conversas entre os mais próximos e…. nada! Fica a pergunta: Que mudanças caberiam? Para muitos, há anos, com ou sem mudanças de Governo, não acontece nada no setor! O crescimento, o sucesso ou o fracasso tem sido por conta exclusiva dos interessados. Há, no entanto muitos profissionais e entidades, que continuam a acreditar na possibilidade de abrirmos novas oportunidades para melhor usar o nosso potencial florestal – plantadas e nativas! E o interessante é que a todo instante surgem novidades! Para os otimistas é mais um “agora vai” e para os pessimistas “é a mesma novela de sempre, não vira nada”. Vamos aos fatos do dia-a-dia e tentemos adivinhar o encaminhamento!

– O Serviço Florestal Brasileiro saiu do Meio Ambiente e foi para a Agricultura. E não deu nenhuma notícia!

– As florestas plantadas que estavam no Meio Ambiente migraram para Agricultura. Viraram uma cultura como outra qualquer! Nada de especial, sem sala e sem telefone!

– Fala-se na simplificação dos licenciamentos, mas ninguém ousa discutir o assunto que está lá no Conama! Será que vão querer mudar na “valentona”?

– Os compromissos internacionais que implicariam em atividades silviculturais diversas parecem que estão virando “piada” e nada de concreto! Vamos ficar devendo?

– Há uma diminuição drástica das áreas de plantio e ninguém fala nada. Parece tudo normal e eventuais dificuldades que se ajeitem com o tempo!

– Os produtores continuam aos berros reclamando da venda de madeira a preço de banana. Isso talvez mude um pouco, quando diminuir a mercadoria;

– Há segmentos que se despontam em nível internacional, por exclusiva competência, mas há outros que se arrastam com o pouco oxigênio que resta!

–  E sem falar de áreas abandonadas, florestas  sendo substituídas por agricultura, problemas de pragas e doenças……………!!!!!

Fica a pergunta, nem otimista e nem pessimista, para onde vamos?  E com quem vamos reclamar? E a pior de todas as perguntas: Adianta reclamar?

Essa postagem não deve ser tomada como o “fim do mundo”. É o retrato do momento que vivemos, e essa paralisia geral precisa ser quebrada! Que tenhamos força e não percamos a esperança de que ainda é possível mudanças e medidas que podem provocar o fortalecimento da silvicultura brasileira! Essa encrenca vai sempre exigir o empenho e esforço dos profissionais de plantão da silvicultura.

E vamos torcer para que os que estão de passagem desocupem “o beco” o mais rápido possível!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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PENSANDO BEM, PARA QUE SERVE O GOVERNO???    

 

Recebemos uma mensagem bem amarga e digna de muita reflexão, logo após a postagem da carta elaborada pelo Grupo Silviculturando – se.  O Sr. Pinheiros, sitiante do sul de Minas Gerais, produtor florestal e muito batalhador por melhorias da silvicultura, ficou indignado quando soube que o Grupo não conseguiu entregar à carta com sugestões à Ministra – só foi possível pelo Correio.

A conversa tem muito para reflexão e como fomos autorizados a compartilhar na Comunidade de Silvicultura, segue para conhecimento de nossos amigos A prosa foi bem simples e objetiva:

“não mudou nada, e vocês continuam pensando em sugestões ao Governo para alavancar a atividade de silvicultura? Qual a vantagem em envolver o Governo em assuntos da silvicultura brasileira?  Faz políticas públicas interessantes? Não. Tem condições de criar linhas de financiamento condizentes com a atividade? Não. Pode oferecer tecnologia para quem precisa de ajuda? Não. Pode diminuir a burocracia para agilizar os processos operacionais? Pode, mas não faz! E daí? Como acham que vai se desenvolver e crescer a atividade? Bem simples: por conta e risco dos interessados!!!!! Planta quem achar que é bom negócio e vai atrás de informação, se quiser fazer bem feito! Adianta juntar interessados e fazer reivindicações aqui ou ali? Não. Adianta, e muito, conversar e se entender com gente de confiança e que pode comprar sua madeira e pagar um preço justo. O resto é balela! Aliás, não se metam e não deixem o Governo se meter para não atrapalhar!”

Fica o recado e a indignação do Sr. Pinheiros! Cabe uma boa reflexão!!!!!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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O SETOR SE MANTÉM À DISPOSIÇÃO!

Os profissionais que compuseram o Grupo Silviculturando-se continuam à disposição!

– Segue a carta encaminhada à Ministra da Agricultura;

– Artigo da Revista Opiniões que trata do assunto;

O mais importante: o setor continua à disposição!

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais-
nbleite@uol.com.br

https://florestal.revistaopinioes.com.br/…/1-o-grito-de-al…/

Carta enviada a Ministra Dra. Tereza Cristina Correa da Costa Dias

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