As lives – o modismo da comunicação – do setor florestal estão com “cara e conversa” novas! Antes, eram só melhorias da Silvicultura do Metro Cúbico e com competência e independência, agora, já há espaços para novidades – olhares para coisas do setor, mas que nunca tiveram a devida atenção – e surge então, a Silvicultura do Carbono – um amplo guarda-chuva que abriga a silvicultura de nossas espécies nativas, a recuperação de áreas degradadas, a agroflorestal e até mais cuidados socioambientais com a Silvicultura do Metro Cúbico!
O nome??? Surgiu de um bate-papo, que mantemos semanalmente – Prof. Luiz E. Barrichelo, Prof. Walter de Paula Lima, Eng. Admir Mora e Eng. Nelson Barboza Leite.
As oportunidades com certeza virão, mas só não podemos perder o espaço das florestas na hora da monetização do carbono. Outro benefício importante é que esse mercado vai exigir um esforço grande para regularização das atividades rurais, especialmente, no que toca ao respeito e a valorização do Código Florestal, regularização fundiária, unidades de conservação, terras indígenas, etc.
Com certeza, certificações de todo tipo vão rodar os empreendimentos para validar os créditos de carbono. Talvez seja a força que faltava para organizar e fortalecer na “marra” a estrutura institucional do setor florestal!
Vamos torcer para que não percamos esse momento propício para valorização de todos os segmentos que compõem o mundo das florestas brasileiras!
Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – Gestão e Serviços Florestais – nbleite@uol.com.br