Recentemente já se pode destacar sinais de boas novidades no cenário da silvicultura brasileira! E sinais animadores, que podem mudar o que se faz e o que se espera de nossa silvicultura!
Sem rodeios, vamos aos fatos: a corrida por madeira já começou e o preço já subiu – 50,60 reais o metro cúbico em pé; já não é novidade e sempre foi a grande alavanca do setor: o fomento está tomando vida com novos formatos em importantes empresas – é importante a contribuição da silvicultura para geração de empregos e a melhor alternativa empresarial para boa convivência com comunidades vizinhas. Já temos uma Lei para pagamentos de serviços ambientais e que pode impulsionar a silvicultura de nativas. Aqui há necessidade de acertos e da colaboração de mais silvicultores, além dos poucos e ilustres profissionais que trabalharam no anonimato e conseguiram a tal Lei!
Na verdade a lista é maior, mas entendemos que os sinais apresentados são suficientes para mudanças no cenário sem vida e sem esperança de alguns longos anos passados!
Alguém pode lembrar e perguntar de uma lista de prioridades que tínhamos preparado e não conseguimos apresentar à Ministra! Daquilo, nada! Tudo está como esteve por muitos anos – a curto prazo, com certeza, ouviremos os berros! Continuamos frágeis, procurando identidade e sem endereço institucional; os problemas de pragas e doenças só crescem, nada de novidades nos programas de melhoramento genético, nada de avanços das pesquisas às novas fronteiras, enfim: continua tudo como sempre esteve há alguns anos!
Salve, salve os sinais positivos apresentados e que se tornem realidade! Por enquanto, é o que há! Sem musculatura institucional, qualquer mexida que se pretenda reivindicar é como enxugar gelo!
Só não podemos jogar a toalha!
Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com
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