Recebemos uma mensagem bem amarga e digna de muita reflexão, logo após a postagem da carta elaborada pelo Grupo Silviculturando – se. O Sr. Pinheiros, sitiante do sul de Minas Gerais, produtor florestal e muito batalhador por melhorias da silvicultura, ficou indignado quando soube que o Grupo não conseguiu entregar à carta com sugestões à Ministra – só foi possível pelo Correio.
A conversa tem muito para reflexão e como fomos autorizados a compartilhar na Comunidade de Silvicultura, segue para conhecimento de nossos amigos A prosa foi bem simples e objetiva:
“não mudou nada, e vocês continuam pensando em sugestões ao Governo para alavancar a atividade de silvicultura? Qual a vantagem em envolver o Governo em assuntos da silvicultura brasileira? Faz políticas públicas interessantes? Não. Tem condições de criar linhas de financiamento condizentes com a atividade? Não. Pode oferecer tecnologia para quem precisa de ajuda? Não. Pode diminuir a burocracia para agilizar os processos operacionais? Pode, mas não faz! E daí? Como acham que vai se desenvolver e crescer a atividade? Bem simples: por conta e risco dos interessados!!!!! Planta quem achar que é bom negócio e vai atrás de informação, se quiser fazer bem feito! Adianta juntar interessados e fazer reivindicações aqui ou ali? Não. Adianta, e muito, conversar e se entender com gente de confiança e que pode comprar sua madeira e pagar um preço justo. O resto é balela! Aliás, não se metam e não deixem o Governo se meter para não atrapalhar!”
Fica o recado e a indignação do Sr. Pinheiros! Cabe uma boa reflexão!!!!!
Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br
