É sempre bom lembrar! Começamos na década de 40 com o Instituto Nacional do Pinho com objetivos bem restritos, depois veio o IBDF, na década de 60, vinculado ao Ministério da Agricultura, com ampla abrangência – para muitos foi o melhor modelo já existente – mais tarde pegou pesca, borracha e mais algumas coisas e formou o IBAMA, que logo se vinculou ao Ministério do Meio Ambiente!
E aí, juntou tudo: reflorestamento incentivado e em fase terminal, questões florestais, comercialização, fiscalização, licenciamentos, multas, unidades de conservação e o mais complicado de tudo: pessoas com formação e experiência profissional diferente, visão, comprometimento, e por aí vai o mundo de diversidades, convergências e divergências! Deu no que deu: o fatiamento do setor florestal, com áreas bem desenvolvidas – o reflorestamento incentivado se transformou em florestas plantadas, cresceu, multiplicou-se e se mandou e algumas áreas necessitando de apoio e valorização!
Mas o fatiamento continuou dando frutos: surgiu o Serviço Florestal Brasileiro e o ICMbio, vinculados ao Ministério do Meio Ambiente, que manteve o IBAMA, falando de florestas!!!
É fácil perceber o tamanho da confusão, quando se fala em juntar, integrar, realinhar ou extinguir! E tudo é setor florestal. Há quem diga que o setor florestal só vai ser expressivo e ter o devido reconhecimento, quando essa família toda estiver reunida!
Mas o grande problema é que alguns desgarrados não querem nem pensar nessa possibilidade!
Não é fácil, e fica para registro dos que nas escolas aprendem que tudo isso é engenharia florestal e amam de paixão!
Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br
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