Só se faz florestas produtivas com conhecimentos científicos e profissionais competentes! Essa regra deveria ser seguida, obrigatoriamente, por administradores e empreendedores florestais. Formar florestas produtivas é aplicação de conhecimentos científicos, matemáticos, biológicos, além da indispensável participação de uma equipe de colaboradores treinados para execução e acompanhamento de todo o processo produtivo.
Trabalhar com equipe e saber valorizar seus colaboradores é quase uma arte. Para muitos, essa é a grande ferramenta do gestor bem sucedido! Para se ter uma floresta produtiva é necessário que a empresa tenha competência e experiência profissional. É o conhecido – “cheiro de terra”! Nos últimos anos, tem surgido situações curiosas, e que merecem registro! Aparecem daqui, e dali, novos modelos de organização, novos valores, novos conceitos, e novos procedimentos, as vezes, só com o objetivo de reduzir custos!
Muitas vezes, procedimentos silviculturais essenciais são relegados a segundo plano, e viram “luxo de engenheiro”. E assim, não se dá o devido valor ao planejamento das atividades, escolha e seleção do material genético, cuidados com nutrição das plantas, atenção com espaçamentos, etc. É o caminho do insucesso! E o interessante é que a inevitável retomada de rumo, lá na frente, ainda se transforma num parto de montanha com desgastes financeiros e pessoais incalculáveis. Para muitos, a administração que não sabe valorizar e respeitar o conhecimento científico e a experiência profissional, é a grande limitação para o sucesso de muitos empreendimentos florestais.
O consolo é que o bolso de qualquer empreendedor é de grande sensibilidade e, quase sempre, de tolerância zero! O sucesso da silvicultura brasileira deve muito ao desenvolvimento da ciência florestal e ao talento de brilhantes profissionais que dedicaram suas vidas ao trabalho!
