Em postagens anteriores, falamos da necessidade de se elaborar um documento básico como referência para ser apresentado aos presidenciáveis. O setor precisa mostrar que existe, que contribui e que tem necessidades a serem atendidas! E esse exercício já foi feito em várias oportunidades, no passado. É uma tarefa espinhosa e apimentada por interesses e vaidades, mas que precisa ser feita! Foi assim que modificações importantes aconteceram. E assim mesmo, para muitas coisas, nunca se deu a menor atenção. Independente de resultados, esse exercício institucional precisa e deve ser feito, mesmo que seja um “café requentado”.
Há muitas encrencas a serem resolvidas, mas definir meia dúzia de prioridades não parece tarefa tão complicada. E até, já existem documentos, nas mãos de profissionais competentes, em preparação. Com certeza, apresentar o que existe para uma discussão, já seria um avanço significativo. Mas o tempo passa e nada!
Dentro de poucos meses, já estaremos com novos Governantes e perderemos a oportunidade de fazermos as devidas e antecipadas reivindicações. Depois das eleições definidas, essa fila de apresentações “ vira a esquina”, e teremos mais dificuldades para mostrar as prioridades de nossa silvicultura. Esse jogo sempre foi assim!
Temos problemas a serem solucionados, temos sugestões a serem oferecidas e temos profissionais competentes para tratar do assunto! E fica a questão: quem vai tomar a iniciativa de encaminhar esse processo?
Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – gestão e serviços florestais – nbleite@uol.com.br
