Já se tem notícias de reuniões para se tratar do assunto! Parece lógico que um país com tantas florestas nativas a serem cuidadas, grandes áreas a serem recuperadas, uma enorme dívida com compromissos internacionais, setores produtivos altamente competitivos e de projeção internacional, ciência florestal de vanguarda e mais um punhado de vantagens competitivas não pode deixar de mostrar a direção que atenda aos grandes interesses da sociedade.
Com certeza, surgirão novos comandantes e sem o conhecimento de dezenas de problemas, que há algum tempo estamos tentando resolvê-los e nada… Tirar do armário a coleção de encrencas mal resolvidas não parece ser uma boa estratégia – pela quantidade e complexidade prática e política. Mas para muitos, é essencial que se apresente “esse café requentado” para depois se falar em novos caminhos!
Enfim… a arte vai ser definir a estratégia para mostrar as prioridades de um setor muito rico, com enorme potencial de crescimento, desunido e que junta prosperidade, riqueza, pobreza, otimismo e pessimismo, tudo numa mesma sala! Muitas dúvidas, mas uma certeza absoluta: só não dá para cruzarmos os braços e esperar que um “salvador” apareça e adivinhe o que precisa ser feito!!!
Com a palavra, nossas entidades representativas!
