A silvicultura brasileira parece que está deixando a crise para trás! Nos últimos meses muitas coisas, há tempos reclamadas, começam a dar sinais de vida: O Plano Nacional de Florestas Plantadas parece que já está meio estruturado e o mais importante – tem- se a impressão de que a EMBRAPA FLORESTAS vai encampar o assunto. Esse pessoal tem os principais instrumentos para fazer acontecer: gente competente e mandato! Com certeza, vai tomar as devidas providências para juntar os pedaços dessa novela, que se encontram nas gavetas e prateleiras de vários ministérios, falando de produção, proteção, restauração, etc.
De fato, a crise fez com que a silvicultura, só de eucalipto e pinus, passasse a ter uma roupagem diferente. Seria inaceitável, no momento, falar-se num Plano de Florestas Plantadas, que não contemplasse todas essas novidades: restauração, proteção de mananciais para garantir “a nossa água de todos os dias”, mitigações climáticas, programas com espécies nativas e por aí vai… A silvicultura vai sair da crise bem maior!!!!
Outro assunto que cresce e ganha espaço na mídia e nas conversas e reuniões técnicas é o uso da biomassa de florestas plantadas para energia. Tudo leva a crer que essa opção energética pode se transformar numa bandeira importantíssima. E com toda lógica: país com vocação florestal, terras disponíveis, tecnologia de ponta, capacidade e competência operacional, juntando –se à extraordinária contribuição social e ambiental! É só transformar essa alternativa em negócio com viabilidade econômica, e teremos o assunto encaminhado!!! E há mais novidades: o uso múltiplo das florestas e da madeira tem sido motivo de muitas reuniões e já começam a surgir perspectivas de negócios.
Enfim… há animação e muita esperança. E gente que faz acontecer envolvida nessas discussões!!! Com certeza, bons ventos chegando!
