O QUE DISSERAM DE 2016!         

 

A Comunidade de Silvicultura queria registrar e  discutir a opinião dos  silvicultores a respeito do que foi o ano de 2016 para a silvicultura brasileira. Em 7 dias , os registros da página  mostraram que alcançamos cerca de 60.000 pessoas,1300 curtiram,113 compartilharam,30 comentaram e 18 enviaram mensagens pelo e-mail pessoal. Segundo analistas do Facebook o resultado foi excelente!

 

Fizemos um resumo dos pontos mais comentados e estamos compartilhando para conhecimento e  discussões.  O objetivo era identificar as dores. E parece que há dores de todo tipo: de cabeça, de barriga e de cotovelo! Seguem os comentários  que nos pareceram mais relevantes:

 

  • Tivemos a participação de brilhantes profissionais. Parece que há muita gente com a mesma disposição e interesse pela atividade. Isso é animador! A Comunidade, respeitosamente, agradece e sente-se honrada com as manifestações. Houve inúmeras sugestões para melhorias!

 

  • A impressão é que os comentários apresentados pela Comunidade de Silvicultura foram considerados bem realistas. No entanto, foram enfatizados alguns São dores com sinais preocupantes: o nível tecnológico; o fomento florestal, a representação institucional, as pesquisas com espécies nativas, a falta de estrutura  governamental para implementar políticas públicas e o valor desanimador da madeira;

 

  • Há muita expectativa com respeito à viabilização da madeira como alternativa energética; ao incentivo de novos reflorestamentos para proteção ; ao retorno de investimentos estrangeiros em negócios florestais ; à maior valorização do silvicultor de campo  e aos aspectos ambientais dos empreendimentos;

 

  • Tivemos a grata satisfação de saber que o texto foi aproveitado para discussões em algumas empresas e foi motivo de muitas conversas – a favor e contra –  entre profissionais. Do amigo e ex-Ministro José Carlos Carvalho recebemos e compartilhamos para nossa honra  a seguinte mensagem : “Parabéns pela iniciativa de aglutinar e mobilizar a comunidade Florestal brasileira.Vamos continuar valorizando esse espaço como uma trincheira para a autocrítica do setor e a defesa de seus legítimos interesses, tendo como foco o uso múltiplo madeireiro e não madeireiro”……

 

O  objetivo  era fomentar as discussões  e por em  destaque os principais  problemas da atividade. Não se esgotou o assunto, mas, com certeza,  todos nós estamos prestando nossa   colaboração  para  que dores controláveis, não se transformem em males incuráveis!

 

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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