SILVICULTURANDO-SE

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1- O IPEF sob nova direção!

Na companhia do Dr. Antonio Sebastião Rensi Coelho, um dos fundadores e dos principais batalhadores pelo desenvolvimento da ciência florestal, estivemos em visita ao IPEF, para cumprimentar o novo Diretor –Professor Otávio Brito e desejar-lhe muito sucesso nessa nova e desafiadora tarefa. Uma conversa interessantíssima, em que se percebeu o entusiasmo e disposição do Prof. Brito. Com certeza, terá condições de dar continuidade aos trabalhos de seu brilhante antecessor – Prof. Barrichelo. Numa agradável “prosa” foram abordados assuntos estratégicos, que, com certeza, deverão passar pelas preocupações das entidades brasileiras de pesquisa florestal, dentre as quais o próprio IPEF. Destacamos:

– A necessidade de pesquisas nos grandes polos florestais

O grande exemplo de polo florestal em consolidação é o Mato Grosso do Sul – com quase 1(hum)milhão de hectares plantados.O desenvolvimento de um grande centro de pesquisas na região é quase uma necessidade estratégica do setor! Tarefa para Governos Federal, Estadual e empresas que atuam na região. Esse patrimônio estadual e nacional precisa ser devidamente cuidado. Dos polos em formação, destacou-se o Tocantins, como a grande fronteira que merece atenção especial de pesquisadores!

– Transformar o compromisso brasileiro em oportunidade

O Governo Brasileiro assumiu compromisso gigantesco na Convenção do Clima, em Paris, recentemente. Reflorestar até 2030 mais 12 milhões de hectares. Essa tarefa precisa ser transformada em oportunidade de negócios da silvicultura e para isso a participação das Universidades e instituições de pesquisas é imprescindível. A competência para fazer isso acontecer está nas instituições de pesquisas, universidades e grandes empresas. É um grande desafio para todos os silvicultores!

– Uso diversificado da madeira e das florestas

O Prof. Brito mostrou o seu grande interesse em apoiar, com a colaboração de seus associados, mais pesquisas para aumentar as possibilidades de uso da madeira e das florestas. O caso do uso da madeira como biomassa para geração de energia foi muito enfatizado. Essa alternativa embute uma expressiva contribuição social, que precisa ser mostrada aos nossos governantes.

– IPEF vai completar 50 anos em 2018!

Já estão sendo tomadas as medidas iniciais para as comemorações dessa data festiva. O IPEF é uma das principais entidades de pesquisa responsável pelo sucesso da silvicultura brasileira. Exemplo pioneiro de integração universidade-empresa e importante liderança na condução das pesquisas florestais brasileiras. Comentou-se muito a respeito da necessidade de se manter acesa essa chama da ciência florestal e da inegável contribuição das empresas associadas.

2- Os novos desafios precisam da pesquisa florestal

De nossa conversa agradável e nossos votos de uma bem sucedida gestão para o Professor Brito na direção do IPEF, ficou também a nossa certeza de que a colaboração e apoio das empresas para que os novos desafios sejam enfrentados com ciência, é imprescindível. Ficaram os nossos cumprimentos e a esperança de que as associadas do IPEF mantenham o apoio e continuem representando, de fato, a “filosofia de trabalho da elite das empresas florestais brasileiras”.

A Comunidade de Silvicultura expressa o seu agradecimento pelo contato e a companhia do Dr. Antonio Rensi Coelho, incansável motivador da silvicultura brasileira! Aos nossos amigos silvicultores ficamos devendo a conversa que tivemos na reunião-almoço com o Eng. Admir Lopes Mora, silvicultor de excelente experiência em genética e fisiologia florestal. Foi uma aula !

Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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