A SILVICULTURA NÃO PODE TEMER!

 

De novo, com novos governantes, estamos precisando mostrar “nossa cara” e falar de nossas necessidades e do potencial do setor. E ainda, com tantas polêmicas, é mais do que oportuno, é quase uma obrigação da silvicultura, saber o que realmente se espera da atividade!
Vamos atrás dos compromissos assumidos na Convenção do Clima? Vamos brigar pelas florestas como biomassa para energia? Vamos restaurar as áreas degradadas do entorno de nossas bacias hidrográficas? Vamos discutir alternativas para que o fomento florestal não morra com toda a madeira encalhada? E o que fazer com a madeira que está sobrando em algumas regiões e sendo vendida a “preço vergonhoso”? E o Programa Nacional de Florestas? E afinal, como ficou a silvicultura no Ministério da Agricultura? E isso é só o que está sobrando do copo!!!
Fica para reflexão e sugestões de todos: o que precisamos fazer para que a nossa silvicultura tenha políticas públicas, que orientem, de fato, o desenvolvimento e crescimento do setor? Em que momento, o setor vai se organizar, juntar forças e se apresentar aos novos governantes? Esse desafio é do silvicultor! É de quem planta e produz!!!
Nelson Barboza Leite – Diretor da Teca e Daplan – serviços florestais – nbleite@uol.com.br

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