A evolução tecnológica, social e ambiental da silvicultura, nos últimos 40 anos, foi espetacular! Quase que triplicou a produtividade ( de aproximadamente 15, passou-se para mais de 50 metros cúbicos/ha/ano , em algumas regiões), o uso múltiplo da madeira de pinus e de eucalipto, o elevado nível de mecanização da colheita, a aceitação espontânea da certificação florestal como referência na direção da sustentabilidade, o crescimento dos programas de fomento e o respeito que os fomentados alcançaram em algumas empresas,etc., são exemplos bem distintos e que servem para mostrar como a evolução da silvicultura se deu em todas as direções: econômicas, sociais e ambientais. Algumas premissas foram marcantes nessa evolução. A seleção dessas premissas, sem nenhuma dúvida, estará sujeita às considerações subjetivas, mas é muito importante, que alguns registros sejam assinalados para se evitar, que nessa ou noutras crises, que eventualmente, tenhamos que enfrentar, não esqueçamos dos avanços alcançados pela silvicultura e evitemos, com todas as forças, que qualquer decisão governamental ou empresarial, possa causar prejuízos e impactos negativos ao árduo processo evolutivo da atividade! Registramos como premissas relevantes: a busca permanente pelo aumento qualitativo e quantitativo da produtividade; a evolução tecnológica para o uso alternativo da madeira; a agregação de valores ambientais aos procedimentos operacionais; a valorização da mão-de-obra e a qualidade do emprego florestal; o respeito aos processos de certificação florestal; a integração do fomentado florestal ao processo produtivo; o respeito às legislações vigentes. A lista é muito maior e vai depender sempre de uma boa dose do subjetivismo profissional para selecionar ou se comprometer com essa ou aquela premissa. As assinaladas, acima, com muita certeza, tem o apoio de grande parte dos silvicultores comprometidos com o desenvolvimento sustentável da silvicultura!
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